terça-feira, 10 de agosto de 2010

Marina Silva - e o site http://www.amazonia.org.br/

Me inspirou:

Mais do q escrever sobre sentimentos, impressões e desilusões, aqui eu tbm posto alguams informaçoes básicas.
Estava organizando meu email, q faz anos q eu tento organizar e achei um texto que o compa Ruppental, mandou em 2009 sobre a Transposição do Rio São Francisco, a Usina Nuclear de Angra 3, a Concessão de Florestas Públicas da Amazônia , vou por aqui.

Esse primeiro é do site http://www.amazonia.org.br/.
Eu fico puta lendo isso, pq a marina, q se colcoa como opção, diz q nao tem como fugir da exploração sustentavel, cara te até tem, mas com muita luta e organização, e no caso dela obvio abrindo mão de ganhar uns por fora, é muito facil nao qrer abrir mão do dim, q se ganha e qrer lutar sentado, já faço o link, para falar da pouca luta e mobilização que temos, bom analizando conjunturalmente as coisas entendemos o pq, as pessoas são desmobilizadas e qse fechadas a dialogo sobre se mobilizar e lutar, mas acho q nós miliatntes, nao devemos deixar de desistir e conversar com tod@s as pessoas possiveis, para mostar e apontar nossos projetos, de mudança de sociedade, se nao continuarmos em nossas reunoes apenas fazendo as analizes e nao saindo para a rua, um dia poderemos estar escrevendo ou falando q realmente nao se tem o  fazer e estanmos fadados a barbarie. Chega de falar e segue o texto ai:

Fabíola Munhoz

A senadora e pré-candidata à Presidência da República pelo Partido Verde, Marina Silva, disse hoje (29) que não há como o Brasil fugir da exploração sustentável de seus recursos hídricos, dentre os quais o do rio Xingu, no Pará, onde se pretende construir a usina hidrelétrica de Belo Monte.
A afirmação foi feita durante participação da senadora no lançamento de um produto da Serasa Experience, que pretende reunir informações sobre empresas e produtores rurais, quanto ao cumprimento da legislação ambiental.
Considerando as usinas hidrelétricas como fonte de energia limpa, Marina afirmou que o País tem que aproveitar seus rios já que precisa apresentar ao mundo metas de redução de emissões de gases causadores
do efeito estufa. Para ela, é preciso, porém, que a construção de hidrelétricas preveja um Programa de Desenvolvimento Sustentável (PDS que dê governança sustentável a esses empreendimentos.
"Belo Monte é um projeto complexo. Se já tivesse sido feito um estudo sobre a necessidade de energia e de conservação do meio ambiente na região, seria possível a implantação da usina de forma sustentável", afirmou.
De acordo com a senadora, a elaboração de um PDS para a obra, prevendo a mitigação e a prevenção de possíveis impactos socioambientais da usina de Belo Monte, deve ser vista, não como entrave à realização do empreendimento, mas como uma exigência e necessidade.

"Não temos como preterir os recursos hídricos. Temos que resolver o
problema no mérito, com planos de desenvolvimento sustentável, criação
de unidades de conservação e criação de ferramentas que permitam
implantar tudo isso", disse.

Nessa mesma linha de raciocínio, a senadora também defendeu as obras na BR-163- entre Santarém (PA) e Cuiabá (MT), dizendo que, embora o PDS do projeto ainda não tenha sido efetivado, está prevista a criação de áreas de conservação da floresta amazônica na região de abrangência da estrada.

"Não se pode pegar o que ainda não foi feito dentre o previsto no
plano e generalizar, dizendo que não será cumprido", argumentou.
COP 15
Com relação a suas expectativas para a Conferência das Partes (COP15), encontro internacional que discutirá, em dezembro, um acordo global para o enfrentamento das mudanças climáticas, Marina se mostrou otimista.

"Entendo que a preparação do Brasil para o evento não avançou, mas a
entrada dos Estados Unidos nessa discussão multilateral já é um ponto
favorável", afirmou.


Ela ponderou, porém que os países em desenvolvimento deverão assumir metas de redução de emissões de carbono de acordo com suas responsabilidades e em respeito à equidade entre as nações. De acordo
com a senadora, as metas de redução das emissões brasileiras deverão ser estabelecidas entre 20% e 40%, com relação ao ano base de 1995
O governo brasileiro já sinalizou que irá se comprometer com a redução de 80% do seu desmatamento, considerado principal causa das emissões brasileiras. "É preciso que o Brasil tenha metas não só para as
florestas, mas também para energia, agricultura e indústria, que são perfeitamente factíveis", lembrou.

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