sábado, 25 de dezembro de 2010

Ás vezes o dia simplesmente acaba.
Feliz Natal

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Parece que a primavera trouxe flores novas para mim.

Me inspirou: o Amor

http://www.youtube.com/watch?v=Ag90dKcnnUE&feature=related

Uma vez, minha mãe calmamente disse
que para cada passo que eu daria
existiria alguem que os desfaria
e me faria crer em toda essa linda tolice

Tolice que comumente chamamos de amor
Uma batida insana, um afago intenso
Uma confusão sináptica, um abraço imenso
que nos consome e nos faz sorrir em plena dor.

Mas esse amor é diferente, não é igual
ao dos filmes, das histórias, dos contos
É um amor adulto, cheio de decisões, imoral

Um amor que teve que crescer, abrigado em um sentimento surreal
mas que, mesmo assim sonha em unir esses isolados pontos
e voltar a desenhar somente corações, que antes era o ideal..


EU NÃO CONSIGO SER TÃO TRISTE O TEMPO INTEIRO.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

MORROSTOCK

UHUHU Esse find, vou ir para sapiranga no morrostock.


bah estou super animada, bom e lá vamos nós.
bjus e até.


http://morrostockopenair.blogspot.com/

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Dogville


Acabei de ver o Filme DOGVILLE, muito bom.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Um pouco de arte infantil

Me inspirou: Desenhos que meu irmão de 3 anos, pintou.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Distimia

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Dias Ruins

Me inspirou: Acordar

Bah hj vai ser um dia D.

A manhã começou chuvosa, eu acordei mas nao consegui levantar.
Não achava motivo, nao tinha vontade.
O que será que me aguarda nessa tarde?
Dormi sombia, acordei negativa
Dia Ruim, Dia Ruim.
Merda!!!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Experiencias, Experenciais.

Me inspirou: Um certo enrolado

Bah Nunca tive uma experiencia assim:
Enfrentar um momento enfadonho, distante de mim, ou diferente de mim
mesma,
Na aula andei por ai, passiei em peitos de aguá, dei justificativas, sem nem ao menos do meu lugar sai.
fiquei paranoide, dei uma de androide
 Andei no caminho dourado
percorri o lago de chocolate
parei no castelo de ecnontro
e escrevi
até terminar

Psicologia PUCRS 2010

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Mistério do meu planeta

Me inspirou: As relações de fim de semana e um rapaz do mundo encantado do teatro.

      Bom eu acho mágico, como todas as pessoas me influencia de alguma forma e fazem eu refletir sobre certas atividades da minha vida, eu conheci muitas pessoas nessas camapnha e por mais que elas tenham apenas passado pela minha vida, seja por segundos ou horas, elas contribuiram para eu mudar uma aprte de mim.
     Obvio algumas pessoas causam estragos e mudam muito, mas a diferença não está no tempo em que se tem com estas e sim a importancia que damos a elas.
Essa música me lembra minha noite de quinta, que foi única e curta, mas porem cheia de significados.

Mistério do Planeta ( Novos Baianos)
Vou mostrando como sou
E vou sendo como posso,
Jogando meu corpo no mundo,
Andando por todos os cantos
E pela lei natural dos encontros
Eu deixo e recebo um tanto
E passo aos olhos nus
Ou vestidos de lunetas,
Passado, presente,
Participo sendo o mistério do planeta
O tríplice mistério do "stop"
Que eu passo por e sendo ele
No que fica em cada um,
No que sigo o meu caminho
E no ar que fez e assistiu
Abra um parênteses, não esqueça
Que independente disso
Eu não passo de um malandro,
De um moleque do brasil
Que peço e dou esmolas,
Mas ando e penso sempre com mais de um,
Por isso ninguém vê minha sacola

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Agressão

Me inspirou: ...

Conseguir ser feliz?

Eu qria não acordar hoje.
Fui dormir tarde.
E acordei Cedo
Já estou cansada dessas minhas mudanças de humor constantes que são fortemente influenciada pelas relações opressoras, repressoras e excludentes que sofremos na atualidade.
Nada parece estar bom.
Nada está Bom
Tudo encomoda e nada me satisfaz.
Me sinto como uma histrionica (histérica, se os psicanalistas preferirem), como se tudo que eu tentasse para me satisfazer eu não conseguisse concluir.
As coisas ultimamente parecem se repetir, que ciclo de merda, to cansada, de tr que explicar, de ter que ser a pessoa forte, a Psicologa que tudo "sabe"( tah tudo resolve), eu to em crise com o meu curso, por causa do ensido, e de ser obrigada a ter q ir para aula, ter q estudar na maior parte do  emu tempo, eu to cansada de fazer campanha, de levar golpe de dentro do meu proprio partido, de me relacionar com pessoas inuteis, de nao acreditar que minhas relaçoes possam ser diferentes, eu to cansada da vida que eu levo, eu to cansada de lutar, e ouvir das pessoas q eu tento dialogar q nada vai mudar, qse chego a acreditar nisso, pq ninguem se meche para mudar nada, fico puta da cara com issso, se tu nao for agente qm vai ser?

To cansada de ter q bater de frente e insistir em tudo, e ao mesmo tempo ser tão acoada qndo me sinto pressionada, parece q eu tenho tudo dentro de mim, a força e fraqueza, q hora me puxam para baixo hora , me levantam. A vida q eu levei nunca me satisfez, existem momentos que eu to bem, mas eu começo a perceber, que meu basal é essa insatisfação e essa tristeza, de me sentir impotente e acoada, de me sentir com tanto medo das outras pessoas q eu nao consigo agir, de sentir raiva e nao expressar no momento oprtuno, e descontar em mim.

Bom só qria não viver, não sair de casa, não correr riscos, qria voltar a ser um feto.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Clarice Lispector

Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. 
Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.



23/09/2010 Primavera

     Não lembro de ter gostado, tanto assim de primavera. Na verdade não lembro de muitas coisas do meu passado. 
     Sei que nunca antes na minha vida tinha percebido, como a primavera e seus efeitos me fazem bem.
     Nunca tinha percebido como ar introspectivo do inverno me deixa muito mais deprimida. 
   Anseava muito pela primavera, por ela trazer esses novos ares
 por ela trazer consigo as folhas, as flores e o perfume.
 Ultimamente ando muito apaixonada por essas coisinhas simples da vida.
  Apesar de hj estar chovendo muito.
A estação chegou trazendo consigo a promessa de renovação.


Parece que a estação chegou para marcar.
Preparem seus incensos, melodias agradaveis, pq a paisagem vai vim para abraçar.

sábado, 18 de setembro de 2010

Perfeita

Me inspirou:

Falando em resignificações, amores velhos e novos.

"Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável. Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável. Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos. Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto. Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém"

(John Lennon, por conta de Margarita Aguinaga)

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Fragmentos de Bille por mim

Me inspirou: A superação da dor que eu senti.

Essa é uma parte de um auto relato de uma dia de cão que passei nessa semana, que um pouco foi relatado no post abaixo, agora vcs podem ver um pouco do desfeicho dessa novela.

Bjão vou descendo para a aula.

domingo, 12 de setembro de 2010

Billie Canta Minha dor

Adoro quando um cantor interpreta minha dor em suas músicas, por isso hoje dormirei abraçada em, Love Me Or Leave Me, de minha triste Billie Holiday. Não deixarei meu sofrimento para nínguem, pela primeira vez em 20 anos, segurarei junto comigoum dor tão grande que me faz chorar.
Apesar de já me sentir um pouco aliviada e um pouco feliz em estar suportando uma grande dor, sinto meu coração apertar com a falta das lembranças que não terei.

Billie traduza o que se passou...


Minha dor passou a me fortalecer, amei, sofri, pensei que era para sempre. Porém tudo que não é sólido o suficiente para enfrentar as chuvas do inverno, desmorona.
Nunca querer dividir um amor, corpos são outras historias, vidas passadas, vinganças malditas, desejos não reprimidos. 

.

Love Me Or Leave Me

esse caso está me matando
eu não posso continuar com incerteza
me diga agora, eu tenho que saber
se você me quer, pra ficar ou partir


me ame ou me deixe
ou deixe-me ser solitária
você não vai acreditar, eu amo só você.
prefiro ficar sozinha
a ser feliz com outro alguém.


você pode encontrar na noite
a hora certa para beijos
mas a noite é a minha hora
só para constar.
lamentando ao invés de esquecer
com outro alguém.


não haverá outro alguém
exceto que esse alguém seja você
intependentemente disso, sou triste.
eu quero seu amor
mas não quero ter de dividir
tê-lo hoje e amanhã devolver
para o seu amor, o meu amor
e não há amor pra mais ninguém.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Menina Bonita do Laço de Fita

Me inspirou: o Livro

   Esses dias no estágio, tive uma reunião na biblioteca SMED e a contadora de historia que trabalha com isso, nos apresentou formas e livros muito bons para trabalhar com crianças, um deles era: Menina bonita do laço de Fita, da Ana Maria Machado, o livro é simplesmeste lindo, apesar de  algumas críticas (que nao serão abordadas hj). O livro vale ser citado pela inclusão da raça negra nas histórias infantils.
Um coelhinho, branco apaixonado pela pele escura e lustrosa de uma menina, que viva perguntando como ela era assim e tentando muitas vezes se parecer com ela.
  Mas eu nao trouxe esse tema para meu blog apenas para comentar, como eu tinha gostado do livro, e sim, para falar da importância de valorizar a beleza negra, desde a primeria infância, a importância de mostrar para as crianças negras e brancas, que uma menina não precisa ter o cabelo liso e o olho azul, para ser linda que um nenino não precisa ter o nariz fino e o cabelo loirinho para ser o lindo da familia.Trazer a valorização da raça negra para as histórias infantis, certamente contribui para a criança construir uma relação de entendimento e aceitação das diferenças, na criança negra ajuda na auto estima, vendo seu "rosto" sua cor, sua historia, tambem em historias que ela tem na escola.
A beleza que emana do ser humano deve ser natual e nao imposta.
Abaixo segue a bela história.

Menina Bonita do laço de fita
Ana Maria machado
http://www.historiasinfantis.eu/

Era uma vez uma menina linda, linda,
Os olhos dela pareciam duas azeitonas
pretas, daquelas bem brilhantes.
Os cabelos eram enroladinhos e bem negros, feito fiapos da noite. A pele era
escura e lustrosa, que nem o pêlo da
pantera negra quando pula na chuva.
Ainda por cima, a mãe
gostava de fazer
trancinhas no cabelo dela
e enfeitar com laço de fita colorida. Ela ficava parecendo uma
princesa das Terras da África, ou uma
fada do Reino do Luar.
Do lado da casa dela morava um
coelho branco, de orelha cor-de-rosa,
olhos vermelhos e focinho nervoso
sempre tremelicando. O coelho achava
a menina a pessoa mais linda que ele
tinha visto em toda a vida. E pensava:
- Ah, quando eu casar quero ter uma
filha pretinha e linda que nem ela…
Por isso, um dia ele foi até a casa da
menina e perguntou:
- Menina bonita do laço de fita, qual
é teu segredo pra ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:
- Ah, deve ser porque eu caí na tinta
preta quando era pequenina..
O coelho saiu dali, procurou uma lata
de tinta preta e tornou banho nela.
Ficou bem negro, todo contente. Mas
aí veio uma chuva e lavou aquele pretume, ele ficou
branco outra vez.
Então ele voltou lá na casa da menina
e perguntou outra vez:
- Menina bonita do laço de fita, qual é
teu segredo pra ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:
- Ah, deve ser porque eu tomei muito
café quando era pequenina.
O coelho saiu dali e tomou tanto café
que perdeu o sono e passou a noite toda fazendo xixi. Mas não ficou nada
preto.
Então ele voltou lá na casa da
menina e perguntou outra vez:
- Menina bonita do laço de
fita, qual é teu segredo pra ser tão
pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:
- Ah, deve ser porque eu comi muita
jabuticaba quando era pequenina.
O coelho saiu dali e se empanturrou de jabuticaba
até ficar pesadão, sem conseguir
sair do 1ugar. O máximo que
conseguiu foi fazer muito cocozinho
preto e redondo feito jabuticaba.
Mas não ficou nada preto.
Por isso, daí a alguns dias ele voltou lá na
casa da menina e perguntou outra vez:
- Menina bonita do laço de fita, qual
é teu segredo pra ser tão pretinha?
A menina não sabia e já ia inventando
outra coisa, uma história de feijoada, quando a mãe dela,
que era uma E,, mulata linda e risonha, resolveu se meter e disse:
- Artes de uma avó preta que ela tinha…
Aí o coelho - que era bobinho,
mas nem tanto - viu que a mãe da menina
devia estar mesmo dizendo a verdade, porque
a gente se parece sempre é com os pais, os tios,
os avós e até com os parentes tortos.
E se ele queria ter uma filha pretinha e
linda que nem a menina, tinha era que procurar uma coelha preta para casar.
Não precisou procurar muito.
Logo encontrou uma coelhinha escura
como a noite, que achava aquele
coelho branco uma graça.
Foram namorando, casando e tiveram
uma ninhada de filhotes, que coelho
quando desanda a ter filhote não pára mais.
Tinha coelho pra todo gosto: branco,
bem branco, branco meio cinza,
branco malhado de preto, preto
malhado de branco e até uma coelha
bem pretinha. já se sabe, afilhada da
tal menina bonita que morava na casa
ao lado.
E quando a coelhinha saía, de laço
colorido no pescoço, sempre
encontrava alguém que perguntava:
- Coelha bonita do laço de fita, qual é
teu segredo pra ser tão pretinha?
E ela respondia:
- Conselhos da mãe da minha
madrinha…

 
http://www.nartube.net/5d324e143d:oOcTSwag10c.html

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Menina Comportada

Sempre fui uma menina tímida de sorriso colorido, não entendia como a vida se dava, e apenas brincava.
Um dia me disseram que menininha linda não corria só andava, não brigava, não discutia, apenas cantava.
Sempre fui uma adolescente atrapalhada, não entendia como o olhar se dava e apenas beijava
Um dia me disseram que menina séria não dava, apenas encantava
Sempre fui uma mulher calada, não me impunha nem brigava, apenas trabalhava
Um dia me disseram que mulher realizada era aquela que em seu bucho algo guardava.
Agora me pergunto, porque sempre alguém me mandava?

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Marina Silva - e o site http://www.amazonia.org.br/

Me inspirou:

Mais do q escrever sobre sentimentos, impressões e desilusões, aqui eu tbm posto alguams informaçoes básicas.
Estava organizando meu email, q faz anos q eu tento organizar e achei um texto que o compa Ruppental, mandou em 2009 sobre a Transposição do Rio São Francisco, a Usina Nuclear de Angra 3, a Concessão de Florestas Públicas da Amazônia , vou por aqui.

Esse primeiro é do site http://www.amazonia.org.br/.
Eu fico puta lendo isso, pq a marina, q se colcoa como opção, diz q nao tem como fugir da exploração sustentavel, cara te até tem, mas com muita luta e organização, e no caso dela obvio abrindo mão de ganhar uns por fora, é muito facil nao qrer abrir mão do dim, q se ganha e qrer lutar sentado, já faço o link, para falar da pouca luta e mobilização que temos, bom analizando conjunturalmente as coisas entendemos o pq, as pessoas são desmobilizadas e qse fechadas a dialogo sobre se mobilizar e lutar, mas acho q nós miliatntes, nao devemos deixar de desistir e conversar com tod@s as pessoas possiveis, para mostar e apontar nossos projetos, de mudança de sociedade, se nao continuarmos em nossas reunoes apenas fazendo as analizes e nao saindo para a rua, um dia poderemos estar escrevendo ou falando q realmente nao se tem o  fazer e estanmos fadados a barbarie. Chega de falar e segue o texto ai:

Fabíola Munhoz

A senadora e pré-candidata à Presidência da República pelo Partido Verde, Marina Silva, disse hoje (29) que não há como o Brasil fugir da exploração sustentável de seus recursos hídricos, dentre os quais o do rio Xingu, no Pará, onde se pretende construir a usina hidrelétrica de Belo Monte.
A afirmação foi feita durante participação da senadora no lançamento de um produto da Serasa Experience, que pretende reunir informações sobre empresas e produtores rurais, quanto ao cumprimento da legislação ambiental.
Considerando as usinas hidrelétricas como fonte de energia limpa, Marina afirmou que o País tem que aproveitar seus rios já que precisa apresentar ao mundo metas de redução de emissões de gases causadores
do efeito estufa. Para ela, é preciso, porém, que a construção de hidrelétricas preveja um Programa de Desenvolvimento Sustentável (PDS que dê governança sustentável a esses empreendimentos.
"Belo Monte é um projeto complexo. Se já tivesse sido feito um estudo sobre a necessidade de energia e de conservação do meio ambiente na região, seria possível a implantação da usina de forma sustentável", afirmou.
De acordo com a senadora, a elaboração de um PDS para a obra, prevendo a mitigação e a prevenção de possíveis impactos socioambientais da usina de Belo Monte, deve ser vista, não como entrave à realização do empreendimento, mas como uma exigência e necessidade.

"Não temos como preterir os recursos hídricos. Temos que resolver o
problema no mérito, com planos de desenvolvimento sustentável, criação
de unidades de conservação e criação de ferramentas que permitam
implantar tudo isso", disse.

Nessa mesma linha de raciocínio, a senadora também defendeu as obras na BR-163- entre Santarém (PA) e Cuiabá (MT), dizendo que, embora o PDS do projeto ainda não tenha sido efetivado, está prevista a criação de áreas de conservação da floresta amazônica na região de abrangência da estrada.

"Não se pode pegar o que ainda não foi feito dentre o previsto no
plano e generalizar, dizendo que não será cumprido", argumentou.
COP 15
Com relação a suas expectativas para a Conferência das Partes (COP15), encontro internacional que discutirá, em dezembro, um acordo global para o enfrentamento das mudanças climáticas, Marina se mostrou otimista.

"Entendo que a preparação do Brasil para o evento não avançou, mas a
entrada dos Estados Unidos nessa discussão multilateral já é um ponto
favorável", afirmou.


Ela ponderou, porém que os países em desenvolvimento deverão assumir metas de redução de emissões de carbono de acordo com suas responsabilidades e em respeito à equidade entre as nações. De acordo
com a senadora, as metas de redução das emissões brasileiras deverão ser estabelecidas entre 20% e 40%, com relação ao ano base de 1995
O governo brasileiro já sinalizou que irá se comprometer com a redução de 80% do seu desmatamento, considerado principal causa das emissões brasileiras. "É preciso que o Brasil tenha metas não só para as
florestas, mas também para energia, agricultura e indústria, que são perfeitamente factíveis", lembrou.

Beijos e Abraços

Somos os dispostos que nos repelimos
Dois amantes fracassados
Tão intensos, tanto desejo
Tamanha infantilidade
tanto desejo que chegam a se repelir.
Ainda guardo na lembrança o leve toque dos teus dedos em mim
O meu pensamento a apresar
Vc a me tocar
As palavras escondidas
para nao estragar
A insegurança de peder o q se qr consquistar
Tive medo de perder
E acabei perdendo,
oq deixie escapar,
Negamos o beijo
O sentimento
Sabiamos que ia vim a dor
Lembro das festas sem graça
Das conversas ignoradas
E da dor.
De qrer tocar
qm nao se consegue deixar de amar
Não entendo pq nos deixamos
Ainda nos queremos
Ainda nos qremos?
Passeio por outros braços,
bocas,
cabelos
Mas ainda te desejo
Cada abraço nosso
A lembrança de um desejo

Por: Tatirrê Paz

Pluralidade real

Me inspirou: Minha indisciplina hj pela manhã.

Essa semana tem sido bem intensa, pensando muito sobre:
 o conhecimento de meus pensamentos;
  dos meus atos e acões;
  da imagem que eu passo para os outros
 da imagem que eu percebo e vejo no espelho.
 Mecher em mim mesma, mesmo que cambaleando, me desacomoda, vou percebendo quem eu sou. Acho que não me vejo mais na desconstrução de mim  mesma e negando quem eu sou, começo a qrer me achar, começo a qrer cavar lá no fundo, qro achar a pedra fundamental da minha desolação.
Hj tinha que sair pela manhã mas fiquei até tarde na CB ontem, e cheguei em casa 30 mim antes de ter q sair, fui  inventar de dormir um pouco, vi o relogio e resolvi dormir mais um pouco pegando o o proximo bus, passou do horario e eu pensei q ia dormir apenas mais um pouco e acabou q eu dormi até as 11. Acordei com uma sensação estranha que eu sempre senti qndo deixava de cumprir algum compromisso, uma sensação desconfortavel que nunca conseguia nomear, pq não deixava ela vim (como bela ser humana, sempre neguei oq fosse ruim, até chegar no ponto onde não conseguia mais nomerar o sentimento) eu estava puta comigo mesma,super chateada por ter furado um compromisso, por ter me deitado sabendo q eu nao conseguiria levantar, pq de fato depois q eu durmo, qse nada consegue me tirar da cama,  consegui identificar me desapontamento com minha indisciplina.
Acho super inspirador qndo identifico alguns movimentos que faço na vida.

domingo, 25 de julho de 2010

Fragmento Darcy Ribeiro



Tah! tud0 bem, certo q cronologicamente está longe de eu morrer, mas vale a intenção da frase.
Por agora deixo essa frase.


... Termino essa minha vida exausto de viver, mas querendo ainda mais vida, mais amor, mais travessuras. A você que fica aí inútil, vivendo essa vida insossa, só digo: - Coragem! mais vale errar se arrebentando do preparar-se para nada. O único clamor da vida é por mais vida bem vivida. Essa é, aqui e agora, a nossa parte. Depois seremos matéria cósmica. Apagados minerais. Para sempre mortos. Darcy Ribeiro

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Jean Moulin

Me inspirou: O meu outro post.




Quem foi Moulin?
 vale a pena, ler

Jean Moulin

Jean Moulin (Béziers, 20 de Junho de 1899- Metz, 8 de Julho de 1943) é
um herói da resistência francesa. Durante a Segunda Guerra Mundial foi
encarregado pelo general Charles de Gaulle de unificar os movimentos
de resistência contra o exército nazista. É preso em 1943 juntamente
com outros chefes das principais organizações da Resistência da
França. Interrogado e torturado por Klaus Barbie, chefe da Gestapo em
Lyon, morre, pouco tempo depois, no comboio que fazia o trajecto
Paris-Berlim em direção aos campos de concentração.
Enveredando pela carreira administrativa, conheceu um percurso
admirável e algo fulgurante. Em 1926, é o subprefeito mais jovem da
França e, 11 anos mais tarde, o prefeito mais novo, quando da sua
nomeação para Chartres. Nestas funções, negou-se, em junho de 1940, a
assinar um documento que os alemães lhe apresentaram.
De fato, o conteúdo do mesmo era extremamente sórdido, pois acusava as
tropas francesas de cor (das colónias africanas) de cometerem
atrocidades. Perante esta recusa, o Governo "colaboracionista" de
Vichy destituiu-o das suas funções, o que o impeliu a partir para
Londres nos finais de 1941. Aliás, na capital britânica, o General
Charles De Gaulle nomeou-o delegado pela zona não ocupada de França,
tendo como missão reunir e organizar os vários movimentos de
resistência, às ordens do Comité de Londres.
Os seus trabalhos levaram, assim, à formação do Conselho Nacional da
Resistência, em maio de 1943, do qual foi o primeiro presidente.
Devido a uma traição, foi cair nas mãos da Gestapo, polícia política
nazista, na localidade de Caluire, no primeiro dia do verão de 1943,
vindo a morrer na transferência para a Alemanha, a 8 de julho do mesmo
ano. No Panteão de Paris desde 1964 há um memorial em sua homenagem,
mas que não contém seus restos mortais, pois os mesmos nunca foram
encontrados.

A música q nos impulsiona a lutar

Me inspirou: A música e a revolução



Mias do q músicas, são impulsionadores de luta, estava eu em minha lenta pesquisa sobre musicas de lutas, e achei, esse hino q segundo varias fotnes foi um hino frances, q marcava a resitencia contra a invasão nasista.
Fui atrás da historia e da tradução desse hino. E como já provado anteriormente, se somente se, souber a historia e se entende o contexto as coisas se tornam realmente belas, como no caso dessa canção, que precisou ser assobiada em rádios, caso contrario, os nazis cortavam a trasmissão.


Vou por qse na integra o melhor texto q eu li, pq ele faz um resumão do conteudo.
Fonte: http://bloguz.blogspot.com/2009/03/le-chant-des-partisans-cancao-dos.html



"Le chant des Partisans uma canção russa da época bolchevique, q foi pega por Anne Marly para a URSS na guerra, e que Kessel e Druon traduziram para a resistência no maquis francês. 
Esse hino é fruto da  honra  Francesa. Que na Segunda Guerra Mundial, depois de   ocupada pelos nazistas, foi salva pela denodada luta da Resistência Francesa, cujo líder Jean Moulin, foi assassinado pela Gestapo, após ter sido denunciado por um dos seus liderados. 

A melhor interpretação para "Guz" é a de Yves Montand, (video) melhor cantor francês que nasceu na Itália (como a Carla Bruni)."

         SEGUE O LINK DA RADIO E DO VIDEO: 
         http://blip.fm/GuzCartunista

Yves Montand - Le Chant des Partisans

Esta canção por Yves Montand, que esteve longe de ser o seu primeiro interprete (aliás a sua é bastante posterior à utilização e intenção original da canção). Não obstante e talvez precisamente por isso a versão de Montand faz com que esta canção ganhe uma relevância que transcende o período na história passando a ser uma canção de resistência a todo o tipo de invasão, a todo o tipo de imposição. As palavras se tomadas no sentido literal são obviamente violentas. Não as subscrevo nesse sentido (embora no contexto em que foram utilizadas fossem perfeitamente legítimas), entendo estas palavras no sentido metafórico, porque a resistência não implica forçosamente as armas: Significa isso sim coragem.


Baixem aqui a música: http://www.4shared.om/get/7HMR8z5A/YVES__MONTAND___LE_CHANT_DES_P.html
Sobre a MÚSICA: A letra é de Joseph Kessel e Maurice Druon.
Joseph Kessel viria a fazer parte da Academia Francesa de Letras,"Guz" Leu pelo menos um livro dele "Le Lion" um livro que recomenda. A música é de Anne Marly de origem russa (nasceu em S. Petersburgo e chamava-se Anna Betoulinski). Esta canção foi aliás originalmente escrita em Russo e depois traduzida e adaptada para Francês pelos dois autores já citados.(Do http://www.cancaopopular.blogspot.com).

Agora finalmente a tradução:

Le Chant des Partisans (A canção dos Resistentes)


Ami, entends-tu
Le vol noir des corbeaux
Sur nos plaines?
Ami, entends-tu
Les cris sourds du pays
Qu'on enchaîne?
Ohé! partisans,
Ouvriers et paysans,
C'est l'alarme!
Ce soir l'ennemi
Connaîtra le prix du sang
Et des larmes!

Amigo, ouves
o voo negro dos corvos
nas nossas planícies?
Amigo, ouves
os gritos surdos do país
que acorrentam?
Oh resistente,
Operários e Camponeses,
É o alarme!
Esta noite o inimigo
Conhecerá o preço do sangue
e das lágrimas!

Montez de la mine,
Descendez des collines,
Camarades!
Sortez de la paille
Les fusils, la mitraille,
Les grenades...
Ohé! les tueurs,
A la balle et au couteau,
Tuez vite!
Ohé! saboteur,
Attention à ton fardeau:
Dynamite!

Subam das minas
Desçam das colinas
Camaradas!
Tirem dos fardos de palha
As espingardas, as munições,
as granadas
Matadores,
com balas e com facas,
matai depressa!
Sabotador!
Cuidado com o teu fardo
Dinamite!

C'est nous qui brisons
Les barreaux des prisons
Pour nos frères,
La haine à nos trousses
Et la faim qui nous pousse,
La misère...
Il y a des pays
Ou les gens au creux de lits
Font des rêves;
Ici, nous, vois-tu,
Nous on marche et nous on tue,
Nous on crève.

Somos nós que quebramos
as barras das prisões
para os nossos irmãos,
o ódio que nos persegue
a fome que nos empurra
A miséria ...
Há países onde na cama
as pessoas sonham;
Aqui, nós, vê-la tu,
Nós marchamos e matamos
nós morremos.

Ici chacun sait
Ce qu'il veut, ce qui'il fait
Quand il passe...
Ami, si tu tombes
Un ami sort de l'ombre
A ta place.
Demain du sang noir
Séchera au grand soleil
Sur les routes.
Sifflez, compagnons,
Dans la nuit la Liberté
Nous écoute...

Aqui cada um sabe
o que quer, o que faz
quando passa ...
Amigo se tu caíres
Outro amigo sai da sombra
No teu lugar.
Amanhã o sangue negro
secará ao sol
nas estradas
assobiai, companheiros,
Na noite a liberdade,
ouve-nos ...

terça-feira, 20 de julho de 2010

Desconstrução

Me inspirou: Conversas da madrugada

De certa forma qndo eu escrevo aqui eu sou só uma, sou apenas a Tati, que escreve pq o pensar já não organiza as idéias, qndo o baú de novidades está cheio, qndo eu qro por a dor para fora. Escrevo qndo o sombrio dos meus dias começa a atacar, o clarão da beleza da minha vida. Escrevo aqui qndo a inspiração transborda, qndo o digitar de minhas mãos, nãoa companha mais meus pensamentos. Escrevo aqui qndo a vida começa a sair do real, qndo meus pesamentos se distanciam das veracidades de minhas palavras. Escrevo aqui, qndo a dor de viver no mundo real, se confronta com o desejo de viver no ideal, qndo a construção se defronta com a descontrução e o resultado é a um longo perido de dor.
Obvio eu nao sou apenas essa tatirrê, existem muitas outras eu, mas a q se apresenta aqui, é essa a Tati da parcela de dor.

Bjus e boa noite

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Quadro cinza

Me inspirou: O cinza da minha vida

Escrever me faz muito bem, por para fora tudo q está  borbulhando aqui dentro, me puxando para baixo, fazendo eu chorar e escrever. Sinto que estou me deprimindo, como se tivessem me entregue um qdro em branco e muitas tintas, mas a única tinta q eu consigo pegar e pintar o qdro é a cinza. Sinto me muito mal, qse nem tenho mais força, para me manter firme, as coisas parecem tbm não contribuir tudo acontece ao mesmo tempo, e eu no meio disso tudo esta eu, tentando ficar firme, como uma palmeira no meio de um temporal.Eu temo não ter mais força e desmoronar, eu não posso agora não posso, nesse momento não. Não vou cair, mas sinto q aos poucos eu nao vou mais aguentar. E o que vai acontecer? Eu não sei.

Bom vou tentar resolver um dos meus problemas agora.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

S3

Me inspirou: um namoro

Por mais que minhas palavras muitas vezes fossem duras, tu soube perceber meus gestos
por mais q meus gestos fossem duros tu entendeu, q meu sentimento era verdadeiro, por mais q eu disse não, tu sabia qndo era sim,
por mais q eu não soubesse lidar comigo mesma, tu soube ser paciente, por mais q eu te odiasse, tu permetiu q eu te amasse,
 por mais q eu não te ame, tu me permite estar em teu coração. Por mais q eu me afunde, tu esta sempre por perto, para me estender a mão, por mais q eu sabia q não te tenho mais, sei q tu esta sempre disposta a me ajudar.

Dedicado a unica pessoas q nesses meus 20 anos de vida, soube e ainda sabe me acalmar.

Inferno

Me inspirou: minha ambiguidade disfarçada

Disse a agua para o copo: Tu podes vir aqui qndo quiseres.
O copo uma vez cansado de ser usado chegou para a agua e disse:
Desce aqui preciso repousar em ti.
a agua disse: Tah só um poucquinho

Com essa metáfora ridícula e desconexa quis apenas dizer, q não estou ai qndo as pessoas precisam de mim e nem vou estar, por isso nunca me coloca disponível, qndo alguem qr conversar, a não ser q  elas me obriguem ou me comovam, a ponto de me deixar sem graça por nao saber oq fazer, ou falar para elas. É sou assim sempre fugindo, das coisas e das pessoas.

é todos fogem e não qrem escutar o outro, ai desde pqna guardo para mim, e esqço de simbolizar.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Qse o fim


Me inspirou:


Existiram muitos momentos, que se um piano caísse sobre minha cabeça, eu nada sentiria
se tudo se perdesse eu não acharia
se todos fossem embora eu nem perceberia.
Mas eu mudei
talvez amadureci,
sei o que é sentir
sei perceber
Tento procurar.
Mas com isso vem
a dor
a saudade
e a percepção de q meu mundo, não é tão flores e abraços como eu sentia.

Hj não estou muito bem, não tenho paciência e parece q uma coisa se perdeu na minha historia, e eu nem tenho forças para buscar as rosas lindas q poderia colher, no jardim que ainda esta florido.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Inspiraçoes via Orkut

Me inspirou: a saudade
Vi esse poeminha no orkut, de um cara q cliquei porque achei a foto do perfil dele muito linda e romantica. Abri e me deparei com esse poema q diz muito sobre um momento presente, que começou a mais ou menos dois meses atras.
Então resolvi postar aqui:


E por falar em saudade onde anda você
Onde andam seus olhos que a gente não vê
Onde anda esse corpo
Que me deixou louco de tanto prazer
E por falar em beleza onde anda a canção
Que se ouvia na noite dos bares de então
Onde a gente ficava,onde a gente se amava
Em total solidão
Hoje eu saio na noite vazia
Numa boemia sem razão de ser
Na rotina dos bares,que apesar dos pesares,
Me trazem você
E por falar em paixão, em razão de viver,
Você bem que podia me aparecer
Nesses mesmos lugares, na noite, nos bares
A onde anda você?

Lembranças de uma epoca alienante

Me inspirou: a tristeza

Hj pensei seriamente em apagar esse blog, em encerrar com tudo q já escrevi nele, e começar algo novo qm sabe.
Fui ver os posts e vi q escrevo desde 2007, bah na epoca q eu estava no col, onde só dormia e ia para escola, qndo eu não militava, não estagiava, nem tinha decidido oq ia fazer para qse o resto da vida.

Qndo tudo era tolo, e a "construção" de uma sociedade pra mim, estava na igreja! É podem acreditar nisso, eu realmente acreditava q por meio de atuações na restinga e de atividades como o mãos q ajudam, eu ia conseguir mudar a vida das pessoas, eu realmente acreditava q a consagração, era algo coletivo, mas chegou uma epoca, em q a vinda do "messias", já não me bastava, q eu percebi q nada adiantava eu estar de bem comigo mesma, fazendo lá minhas assistências, e fazendo bem a mim mesma, pq no fim é isso q se faz.
Estar no lugar de alienado, é bem cômodo, tu não se dá o trabalho de se desconstruir todo o dia, tu não se dá o trabalho de perceber suas contradições, tu não esta o tempo todo, lutando contra um sistema q tu vê e percebe.

Bom 01:52 e deixo mais um post incompleto, não vou vim aqui outro dia, se alguem estiver afim de completar ele, complete, pq eu to cansada hj, e tbm estou lindando com minhas contradições, não qro mais escrever.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

O amor e a nova moral

Deixo esse post inconcluido, mas visível, pq como eu asim, ele vaie star em construção.

Me inspirou:

Bom não e atoa que o nome desse post começa assim, é uma sitação direta ao livro da Alexandra Kollontai mesmo.
 Contraria a meus desejos me pego mais uma vez "presa" a esse sentimento , gostar,  q a muito tempo fracassadamente eu insisto em negar. Mais uma contradição minha, infantilmente reinvidicando o amor livre e os meus próprios desejos, mas qndo me apaixono fujo literalmente de qlqr coisa q me faça sentir assim, insegura e ao mesmo tempo tão bem.

É anti feminista - machista, eu negar meus sentimentos e tentar esconde - los de mim e do outro, eu apenas reproduzo o que esses sistema me impõe, não posso me entregar, mas tenho que amar, como assim? Eu qro poder desejar com todo o meu ser esse outro alguem, porem minha história e todas as experiencias que já vivi e presenciei, me impedem, de viver a imensidão da beliza que é poder se entregar a alguem.

Como Diz Kollontai ... O certo é que o amor, em suas diferentes formas e aspectos, constitui, em todos os níveis do desenvolvimento humano, uma parte indispensável e inseparável da cultura de cada época... como pode o sistema se apoderar desse bem tão belo, e desejavel, nos tornando donos uns dos outros e fazendo, com que nos vivamos essas experiencias ambiguas.Parabenizo qm já consegui avanças e se libertar das amarras que o impedem de amar, o proximo sem medo de se machucar.


Deixi voces com mais uma frase que faz eu me desconctruir. 
...Que o amor não é de modo algum um assunto privado, que interesse unicamente a dois corações isolados, mas, pelo contrário, que o amor supõe um princípio de união de um valor incalculável para a coletividade, isto se evidencia no fato de que, em todos os graus de seu desenvolvimento histórico, a humanidade estabeleceu regras que determinavam quando e em que condições o amor era considerado legítimo (ou seja, quando correspondia aos interesses da coletividade), e quando teria de ser considerado como culpado (ou seja, quando o amor se encontrava em contradição com a sociedade).

Fragmenstos de Identificações

Além de gostar dela como cantora, na minha adolescencia me identificava bastante com a Janis Joplin na relação de amores, eu sempre fui um desastre e na minha adolescencia mais ainda, já que era um pouco alienada e grandemente contra os padrões de beleza que a globo empurrava para meninas de 14, 15 ... anos, então imagine. Enqnto as meninas estavam parecendo com as meninas da malhação eu parecia com o Marilym Manson em começo de carreira, dificilmente eu seria disputada, como as meninas blushs, mas estava consciente disso, e não ligava muito para isso até pq sempre tinha uns chinelos velhos por ai, como diz a Janis:
" Todo mundo já esteve apaixonado e foi abandonado, e todo mundo já teve alguem que amou de verdade e não foi capaz de amar."
 Foi essa frase e o momento que me fez pensar em escrever e relembrar a já esquecida Joplin, na verdade foram essas questões de identificaçoes e de amar e não ser capaz de estabelecer e fotificar essas relaçoes, que vizeram passar por aqui hj.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Passagem...

Me inspirou: A luta contra o machismo

Bom como estou com muito sono e ao mesmo tempo produzindo par caramba, não vou escrever muito, outro dia venho escrever minhas ponderações sobre esse maravilhoso texto, mas deixo para qm quiser acumular mais sobre as opressoes silenciosas q nos mulheres vivemos, vou deixar esse site, maravilho por aqui. http://www.sof.org.br/ se deliciem com um dos maravilhosos textos que tem ai.



Com que corpo eu vou? por Maria Rita Kehl

Na coletânea "Nu e Vestido", antropólogos revelam como, para milhares de brasileiros, o sentido da vida cada vez mais se reduz à produção do físico ideal

"O corpo tem alguém como recheio"
Arnaldo Antunes, tema para o grupo "Corpo", em 2000

Que corpo você está usando ultimamente? Que corpo está representando você no mercado das trocas imaginárias, que imagem você tem oferecido ao olhar alheio para garantir seu lugar no palco das visibilidades em que se transformou o espaço público no Brasil? Fique atento, pois o corpo que você usa e ostenta vai dizer quem você é. Pode determinar oportunidades de trabalho. Pode significar a chance de uma rápida ascensão social. Acima de tudo, o corpo que você veste, preparado cuidadosamente à custa de muita ginástica e dieta, aperfeiçoado por meio de modernas intervenções cirúrgicas e bioquímicas, o corpo que resume praticamente tudo o que restou do seu ser é a primeira condição para que você seja feliz.
Não porque ele seja, o corpo, a sede pulsante da vida biológica. Não porque possua uma vasta superfície sensível ao prazer do toque -a pele, esse invólucro tenso que protege o trabalho silencioso dos órgãos. Não pela alegria com que experimentamos os apetites, os impulsos, as excitações, a intensa e contínua troca que o corpo efetua com o mundo. O corpo-imagem que você apresenta ao espelho da sociedade vai determinar sua felicidade não por despertar o desejo ou o amor de alguém, mas por constituir o objeto privilegiado do seu amor próprio: a tão propalada auto-estima, a que se reduziram todas as questões subjetivas na cultura do narcisismo.

Nesses termos, o corpo é ao mesmo tempo o principal objeto de investimento do amor narcísico e a imagem oferecida aos outros -promovida, nas últimas décadas, ao mais fiel indicador da verdade do sujeito, da qual depende a aceitação e a inclusão social. O corpo é um escravo que devemos submeter à rigorosa disciplina da indústria da forma (enganosamente chamada de indústria da saúde) e um senhor ao qual sacrificamos nosso tempo, nossos prazeres, nossos investimentos e o que sobra de nossas suadas economias.

"Nu e Vestido" é um livro recém-editado pela Record, reunindo estudos de dez antropólogos brasileiros e estrangeiros a respeito da cultura do corpo no Rio de Janeiro, hoje. O título, que remete intencionalmente ao famoso estudo de Claude Lévi-Strauss, "O Cru e o Cozido", revela o interesse dos autores pelo corpo como um complexo conjunto de signos classificatórios que indicam as diferenças sociais na cultura do Rio de Janeiro, o que vale também para outras culturas urbanas no Brasil. O grande interesse do livro, a meu ver, são os dados e os depoimentos colhidos pelos antropólogos; quanto às análises empreendidas, tive a impressão de que a preocupação com o rigor acadêmico tolheu a liberdade e a criatividade dos autores, que em geral descrevem exaustivamente os respectivos campos de investigação, mas não arriscam muito na interpretação teórica dos dados.

No entanto a atualidade do objeto e a força das informações colhidas dão o que pensar. Vivemos em uma cultura do corpo. Cada pesquisador escolheu um aspecto dessa cultura: as academias de musculação; o culto à praia; as operações plásticas e enxertos de silicone; o consumo de hormônios e anabolizantes; o cultivo do bronzeado; a moda. O conjunto nos parece monstruoso. Para milhares de brasileiros, incentivados pela publicidade e pela indústria cultural, o sentido da vida reduziu-se à produção de um corpo. A possibilidade de "inventar" um corpo ideal, com a ajuda de técnicos e químicos do ramo, confunde-se com a construção de um destino, de um nome, de uma obra. "Hoje eu sei que posso traçar meu próprio destino", declara um jovem freqüentador de academias de musculação, associando o aumento de seu volume muscular à conquista de respeito por si mesmo.

As ciências biomédicas, em defesa de uma (pretensa) saúde, ocuparam o lugar deixado vazio pelos discursos religiosos, filosóficos e morais no mundo contemporâneo. Seu saber orienta uma variadíssima indústria do corpo, ainda em expansão no Brasil, cujos imperativos em nome da vida, da felicidade e da saúde conquistam mercados e mentes. O cuidado de si volta-se para a produção da aparência, segundo a crença já muito difundida de que a qualidade do invólucro muscular, a textura da pele e a cor dos cabelos revelam o grau de sucesso de seus "proprietários". Numa praia carioca, escreve Stéphane Malysse, as pessoas parecem "cobertas por um sobrecorpo, como uma vestimenta muscular usada sob a pele fina e esticada...".

São corpos em permanente produtividade, que trabalham a forma física ao mesmo tempo em que exibem o resultado entre os passantes. São corpos-mensagem, que falam pelos sujeitos. O rapaz "sarado", a loira siliconada, a perua musculosa ostentam seus corpos como se fossem aqueles cartazes que os homens-sanduíche carregam nas ruas do centro da cidade: "Compra-se ouro". "Vendem-se cartões telefônicos." "Belo espécime humano em exposição."

É fato que as sociedades burguesas, desde o século 19, consideraram o corpo como propriedade privada e responsabilidade de cada um. O corpo -mas o corpo vestido, domado pela compostura burguesa e embalado pelo código das roupas- era o primeiro signo que o "self-made man" em ascensão, sem antecedentes nobres, emitia diante do outro a respeito de quem ele "é". A aparência substituiu, com vantagens democráticas, o "sangue". O corpo bem-comportado de até poucas décadas atrás dizia: sou uma pessoa decente, confiável, honrada -e meus negócios vão bem.

O corpo malhado, sarado e siliconado do novo milênio diz: sou um corpo malhado, sarado, siliconado. O circuito se fecha sobre si mesmo. Parece a ética dos "cuidados de si" pesquisada por Michel Foucault, mas não é. O sentido da prática dos cuidados de si a que se dedicavam alguns cidadãos romanos, na Antiguidade, estava diretamente articulado ao papel desses homens na vida pública. Ser capaz de cuidar bem do corpo e da mente era condição para cuidar bem dos assuntos da "polis". No Brasil de hoje, em que o espaço público foi a um só tempo desmantelado e ocupado pela televisão, a produção dos corpos é a produção da visibilidade vazia, da imagem que tenta apagar a um só tempo o sujeito do desejo e o sujeito da ação política.

A cultura do corpo não é a cultura da saúde, como quer parecer. É a produção de um sistema fechado, tóxico, claustrofóbico. Nesse caldo de cultura insalubre, desenvolvem-se os sintomas sociais da drogadição (incluindo o abuso de hormônios e anabolizantes), da violência e da depressão. Sinais claros de que a vida, fechada diante do espelho, fica perigosamente vazia de sentido.

Maria Rita Kehl é psicanalista e ensaísta, autora de "Sobre Ética e Psicanálise" (Companhia das Letras), entre outros.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

E se eu te disser que eu tô com medo de ser feliz pra sempre? O que você diria?"

Que vou por várias frases de filmes, para você se sentir um pouco melhor.

- Não tenho medo.
Não tenho medo de nada.
Quanto mais eu sofro, mais eu amo.
O perigo só fará crescer o meu amor.
Ele o afiará, perdoará o preconceito.
Serei o único anjo que você precisa.
Você deixará a vida ainda mais bonita do que quando entrou.
O céu a levará de volta, olhará para você e dirá:
"Apenas uma coisa pode tornar uma alma completa. E esta coisa é o amor."
( O leitor)

- Então me beije e sorria para mim.
Me diga que você irá esperar por mim.
Me abrace como se você nunca fosse deixar eu ir embora porque eu estou partindo em um jato.
Eu não sei quando eu estarei de volta.
(Armageddon)
''Se você ama alguém, deixe-o livre, se tiver que persegui-lo é por que não é pra ficar com ele.''

(Maluca Paixão)
"Nascemos e morremos, e no espaço entre uma coisa e outra, estudamos, trabalhamos, casamos, temos filhos, praticamos exercícios, adoecemos. Ninguém escapa desse script."
(Divã)
A água abre caminho mesmo através das pedras.
E, diante de algum obstáculo, ela encontra outro rumo.
(Memórias de uma Gueixa)

As pessoas dizem que mudar é bom, mas o que realmente querem dizer é que alguma coisa que não quiriam que acontecesse, aconteceu.
(You've Got Mail)

Espero que viva uma vida da qual se orgulhe.
Se você achar que não tem, espero que tenha a força para começar novamente."
(O Curioso Caso de Benjamin Button)
Muita gente diz eu te amo sem querer dizer nada.

(Ghost)

As canções de amor servem só para alimentar fantasias.
Ninguém vive um romance todos os dias.
(Só Você)
 
- "Quando a vida te deprime sabes o que tens de fazer, simplesmente continua a nadar."
(Procurando Nemo)

"A vida não dói tanto quando a gente para de pensar que ela poderia ser de outro jeito."
(Law & Order)
"- Só sei que quando ele morreu seus olhos estavam fechados, mas seu coração estava aberto."
(Antes de Partir)

Meu encontro comigo mesma.

Que coisa mais cliché, mas é, à vezes me encontro assim.
Me achando nas coisas do passado, estou na biblioteca da PUC, procurando algumas coisas de Psicologia cognitiva, e ao mesmo tempo que estou fazendo isso, estou procurando alguns livros de Shakespeare, pensando no brick que vou amanhã, conversando no msn, e revendo a lista de livros que peguei desde que entrei na universidade. Ai começa minha reflexão a cerca de mim mesma.
Os livros que eu peguei durante toda a minha faculdade me definem um pouco, e sabe até peguei alguns para reler ou ler algo alem de meros capítulos que usei para fazer trabalhos.
 Hoje eu acordei de bom humor, fazia muito tempo que não estava decidida de algo que realmente fosse influenciar no meu futuro, em meios a livros e estantes, eu decidi que vou largar o PET, sim! E vou fazer meu estágio na Restinga, eu preciso desse tempo pra mim,agora!
Não adianta eu ficar pensando que tenho de ficar em um lugar que não me satisfaz, para ter um bom currículo, pra depois talves fazer uma residência, ou um mestrado, ou uma bolsa em Portugal, ou o diabo a quatro que eu não decidi ainda, só tentaram colocar que tenho que fazer fazer fazer, para algo poder fazer no futuro.
Eu decidi fazer o que me deixa saudável para no futuro ter condições de escolher. Por que quem sabe de tanto estress ou de outra causa eu não resolva morrer? Ai me fodo, fiz uma merda de estágio  que tive que enrolar por dois anos, não podendo dormir o suficiente, passando um quinto semestre ruim, me prendendo a algo que não me completa mais nem um pouco.
Acho que algumas posições precisamos tomar assim tão jovens, mas outras não cabem a mim prever, eu sei o que almejo, mas definido e fechadinho, ainda não decidi e quer saber tenho tempo, só sei que agora não quero aguentar uma colega que se acha chefe, e um salário que vem quando quer, preciso fazer da minha faculdade e do meu amor pela psicologia algo saudável, não algo que me destrua, e faça com que meu amor vire doença.


Reflexos de uma boa noite de sono.

domingo, 9 de maio de 2010

Os locais de despertar da dor, não fazem sentido assim como essa frase.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Placebo


Contar como foi o show como sempre sairia em breves palavras,mas como estou treinando meu vocabulário, vou acrescentar alguns palavras a minha simples frase: "foi bom".
Estrelas próximas ao rosto
quase pude tocar a imensidão do som
que me fazia flutuar
como uma substância psicoativa me senti.
como se estivesse sonhando pensei.
Cansaço, aperto também
Mas a felicidade de tocar no som
que a anos sonhava.
Desperta em mim apenas
palavras monossilábicas
e gestos muito único.


Eu, eu te oferecerei Pérolas de chuva, Vindas de um país Onde não chove e mesmo assim vc ainda não sorri

John Lennon

John Lennon
Quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém"

Quer achar alguma coisa ???